A oficina Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa: afinal, o que mudou? Realizada na manhã desta quinta-feira (21), durante a 5ª Semana de Cultura e Cidadania da Católica, encheu o hall da Biblioteca Central de interessados pelo tema. A aula foi ministrada pela revisora da Editora UCG, Gabriela Azeredo Santos.
De acordo com a palestrante, as mudanças não afetam a linguagem falada, apenas a escrita, mas Gabriela aponta a importância de tomar cuidado com a pronúncia, pois é isso que perdura por várias gerações. A revisora ressaltou que a mudança mais significativa diz respeito ao comportamento do povo brasileiro, que com o surgimento do novo acordo, se mostrou mais atento às normas da língua.
Gabriela iniciou a palestra fazendo uma comparação entre a escrita portuguesa anterior ao acordo ortográfico e a nova. Um exemplo é o emprego do hífen, que agora separa palavras com elemento iniciado por vogal idêntica a final do prefixo, como, por exemplo, micro-ondas e arqui-inimigo.
Segundo Gabriela, a população quase não utilizava trema nas palavras. E para surpresa, o trema foi totalmente extinto. Mas então, o que mudou afinal? Uma das novas regras ortográficas que Gabriela apresentou foi a incorporação das letras: K, W e Y oficialmente no alfabeto brasileiro, antes composto por 23 letras e agora por 26.
Vanessa Peixoto e Natália Costa – 5º período